quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Entrevista para o site Mulheres na Pista

Na ultima terça-feira foi divulgada a minha matéria que fiz ao site Mulheres na Pista onde contei um pouco sobre a minha carreira esportiva.

Veja como foi: 

Leitora na Pista: Jéssica Levadinha, de Guarulhos (SP)
Por Fernanda Lüttke

"Olá, amigos! Hoje vamos apresentar no Leitor na Pista a história da Jéssica, uma corredora dedicada e que, ao contrário de mim, não chega muito perto das ambulâncias, lá no fim do pelotão. A história de corrida dela é diferente, ela corre desde pequena e já tem vários pódios e troféus como lembrança. Vale a pena ler!"
Meu nome é Jéssica Levadinha, isso mesmo, Levadinha é sobrenome, tenho 24 anos, sou formada em Marketing, trabalho com Marketing de varejo e digital e iniciei na corrida de rua aos 11 anos de idade.
Meu pai, em sua juventude, era atleta profissional de Marcha Atlética, e depois se tornou corredor. Sempre o via indo, falando e assistindo provas de corrida de rua, mas confesso que não encontrava muito interesse no assunto.
Até o dia em que as mulheres começaram a se destacar mais nas competições, não que elas não corressem antes, mas não tinham muita visibilidade. Isso chamou a minha atenção, passei a gostar do esporte e a desejar ser uma corredora também.
O inicio não foi fácil, queria participar de provas, mas meu pai não deixava, ele dizia que primeiro teríamos que treinar. Até que depois de um tempo, no dia 1º de Maio de 2003, ele me inscreveu na minha primeira competição. Estava muito nervosa e por causa disso, meu pai decidiu me acompanhar no trajeto, logo nos primeiros metros senti sede e as pernas começaram a doer. Ele me disse que estava tudo bem, me pediu para irmos caminhando. Quando olhei para trás e vi a ambulância, perguntei por que ela estava nos seguindo e ele me contou que ela vai com o último colocado. A chegada foi em uma descida e conseguimos passar umas duas pessoas, não sendo última colocada na geral. Conclui os 3 km em 22 minutos, tinha 12 anos e nunca mais corri com a ambulância.
Com isso aprendi a minha primeira lição na corrida e na vida: aprender a perder, reconhecer o erro, corrigir e tentar de novo.
Meu pai correu comigo somente em mais uma prova, depois ele disse que não tinha mais condições para ele, porque eu estava correndo muito mais do que ele e que agora iria só me esperar na linha de chegada.

Estou na minha 13ª temporada de corrida de rua, com 149 competições e 82 pódios. Meu pai se tornou meu parceiro de treinos e competições, assim como a minha mãe é a minha líder de torcida, – vocês não sabem o escândalo que ela faz quando estou chegando.
Há 5 anos decidi contar um pouco das minhas aventuras no esporte e com isso surgiu o meu blog www.sprintnegativo.blogspot.com.br.
Melhores tempos:
5 km : 19:21
10 km: 41:10
15 km: 1h03
21 km: 1:33

Principais vitórias:

• Campeã da Corrida da Independência (2008);
• Campeã do Circuito de Guararema (2010);
• Campeã da Corrida Santo Antônio Osasco (2011);
• Campeã da Corrida Ecológica Guarulhos (2012);
• Campeã da Corrida Samsung Hope (2012);
• Campeã da Corrida Shopping Internacional de Guarulhos (2013);
• 4ª Colocada geral feminina Sargento Gonzaguinha (2013);
• Campeã dos 5 Km Volta da Penha (2014);
• Campeã da Eco Race Circuito Rústico 18 Km (2015);
• Vice-Campeã da Corrida Rotary Run Guarulhos (2015);
• Campeã da Corrida do Centro Histórico de Guarulhos (2015),
• Campeã da Corrida 15 de Novembro (2015).
Obrigada ao site e a Fernanda Lüttke.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

XIX Troféu Cidade de São Paulo

Olá amigos de correria.

Ontem foi o aniversário da cidade de São Paulo, como é bom feriado na segunda-feira, e para melhorar participei da XIX Troféu Cidade de São Paulo, com recorde pessoal nos 10 Km 41:10, campeã da faixa etária 25/29 e 8ª na geral feminina.

A prova ocorreu no Parque do Ibirapuera, às 7 horas da manhã, com duas distâncias: 6,3 km e 10 Km.

Com ela já tenho 150 provas no currículo de corridas.








Obrigada pela foto Décio Rossi Mariotto


Pódio feminino dos 10 Km:
1ª Failuna Abdi Matanga Tanzania
2ª Maurine Jelagap Kipchumba
3ª Maria Regina Santos Seguins
4ª Maria Bernadete Cabral
5ª Jaciane Barroso de Araujo

Pódio masculino dos 10 Km:
1º Edwin Kiprop Kibet
2º Joel Ferreira Junior
3º Andre Alberi de Santana
4º Edson Tiburcio Alves 
5º Tiago Ferreira da Silva

Os resultados foram retirados do site do organizador: http://www.trofeucidadedesaopaulo.com.br/resultados.html
Até o fechamento do post não foram divulgado os resultados da distância menor.

Fotos: 







Seu João, Alexandre e Seu Hormino



Amigos de Guarulhos


Parceiro e papitreinador esse grande resultado é nosso





Adriano Santos, Nilzete Ribeiro e eu

Vídeo:

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Corredor precisa ter barriga definida?

Olá guerreiros de correria. Como vão os treinos?
Falando em treinamento e no mundo cada dia mais "fitness" que vivemos, a rede social está ai para provar que ele é algo que muito seguem com disciplina militar.
Também treino, tenho uma alimentação equilibrada e descanso o máximo que posso, (como dizem, descanso também é treino). Mas tem momentos que fico pensando que estou fazendo algo errado, ou não fazendo o que deveria ser feito.
Isso ocorre quando vejo a barriga de algumas pessoas, sabe?!
Como mulher me comparo com as demais, claro. Sei que comparação às vezes nos fazem mal, só que o ser humano é assim, "a grama do vizinho é sempre mais verde". Eu não sou diferente.

Ai observo essas barrigas saradas, chapadas, negativas e sei lá qual outro nome que são chamadas, e penso: Como assim?!
Como será o treinamento? A alimentação? O que bebem? Como vivem? É simpatia? Magia Negra? Pacto? Biotipo? Ângulo em que a foto foi tirada? 
Sei que exercícios e alimentação saudável colaboram para que você tenha um abdômen 'dentro dos padrões' digamos assim, mas tem pessoas nas redes sociais que você nem acredita que podem ser daquele jeito. O que antes só víamos em capas de revistas e catálogos de lingerie. Sou daquela época que para você saber o que acontecia no mundo da moda, famosos, exercícios e afins você tinha que ir a banca de jornal mais próxima da sua casa e comprar revistas. Fazíamos coleção aqui em casa e minha mãe falava um monte por gastamos nossas mesadas com isso.
No mundo virtual, os gastos são com a internet. O que sobra mais espaço para colecionar troféus e medalhas, olha que diferença.
A verdade é que a corrida é um esporte que vemos pessoas de todos os tipos, jeitos e tamanhos correndo, e é ai que existe a graça, sendo no parque ou em dia da prova, pessoas se unem e correm com um único propósito: se superarem.
Corrida não é passarela de moda para que aja apenas um tipo de padrão e muito menos a vida virtual que convenhamos como o próprio nome diz, é virtual e não real.
Somos corredores, somos reais, somos endorfinados e tudo isso independente do formado do abdômen ou outra parte do corpo.
A corrida ultrapassa o limite do exercício físico, quem busca na corrida apenas um corpo legal, perde a oportunidade de sentir a sua verdadeira sensação de liberdade que ela disponibiliza.

Bons treinos e até a próxima. 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Os setes pecados capitais da corrida

Olá amigos de correria. Como vão os treinos?
Inicio de ano, o pessoal na base e assim como muitos resolvem entrar o ano em forma. Todo dezembro é sempre a mesma coisa, o pessoal que sabe que eu sou corredora fala que vão iniciar uma atividade física logo em janeiro. Mas, a verdade é que são poucas dessas pessoas que realmente cumprem a promessa, e a maioria desistem um tempo depois.
Entendo que qualquer exercício físico, mesmo sendo realizado em grupo, a pessoa tem que querer e estar disposta a fazer, sem desculpas. É difícil sim, mas não é impossível, principalmente quando você se acostuma com uma substância chamada endorfina.

Pensando nisso, hoje escrevo sobre os sete pecados capitais na corrida.
Incorporei aqueles pecados capitais que já ouvimos falar, mas no esporte, e sim, sou pecadora, confesso o "crime", sou humana, e tem momentos na corrida (assim como na vida), que acabo me deixando levar pelas emoções.

Então, vamos lá.




A gula:


Comecei pelo um dos pecados mais praticados e difíceis de se livrar. A fome é uma das necessidades humanas, porém, às vezes a tratamos não apenas como necessidade, mas uma forma de fuga. Quem nunca comeu mais do que deveria? Dietas, regimes e jejum são algo que muitos praticam para alcançar a tão conhecida boa forma. Mas que nem sempre surge efeito. Eu quando tento uma logo nos primeiros 5 minutos já penso: Estou com fome! E parece que fico com mais fome mesmo, por isso, que tem que haver a reeducação alimentar, que traz o equilíbrio com o que devemos nos alimentar e também momentos para comer umas besteiras.
Assim, como é de extrema importância a pessoa se conhecer e saber o que pode e não ser consumir antes dos treinos e competições, não somente no dia, mas a véspera da prova também. Para evitar problemas que pode atrapalhar o seu rendimento na corrida e fazer com que em alguns casos você chegue até a desistir do trajeto.


A avareza:


Só quem é corredor compreende o outro. O que investimentos em corrida para muitos pode se chamado de loucura e gastação de dinheiro: calçados, roupas, inscrições para competições, viagens, dinheiro para o transporte de ida e vinda em treinos e provas, alimentação e por ai vai.
Economizo ao máximo, participando de provas mais baratas, aproveitando liquidação de tênis, nunca fiz provas fora do estado de São Paulo, não tenho passaporte, nunca entrei em um avião, por não ter dinheiro, porque sei eu tivesse...
A avareza é conhecida pela aquela pessoa muito ligada ao dinheiro e que chega a ter até um descontrole financeiro, pois bem, é isso que as pessoas não entendem nos atletas, pelos gastos que temos. Para mim, não é gasto e sim investimento com a minha saúde e bem estar, nada compra a sensação maravilhosa que é correr, a diversão de ir para uma prova, o nervosismo da largada, a maravilha que é passar pela linha de chegada, receber a medalha, subir no pódio e superar seu próprio recorde pessoal.


A luxúria: 


A luxúria é associada ao prazer que também inclui a comida, soberba e avareza.
Para muitos, a corrida é também um ambiente de socializar não apenas fazer novos amigos, mas também namorar.
Sei disso por experiência própria, no ambiente dos treinos e competições é difícil algum engraçadinho chegar perto porque ando sempre acompanhar pelo meu pai que também é quem me auxilia na corrida, mas na academia e nas redes sociais já tive que espantar pretendentes.
Se encontrar alguém no esporte e isso virar namoro, noivado e casamento, tudo bem. 
Porém, é inconveniente você estar concentrada no ambiente da corrida e ter alguém querendo romance.
Estou na corrida para dar o melhor e sim vencer, ninguém quer ser o ultimo colocado. Não importa quem seja, estou preocupada com o trajeto, ritmo, tempo e se puder ultrapassar os outros atletas, vou fazer isso mesmo. Não espere compaixão vinda de mim. A corrida é campo de batalha e não um filme romântico.


A inveja:


A corrida pode até ser um esporte praticado individualmente mas a classificação é todos os atletas juntos, e estar na primeira página é top.
Mas para isso tem que treinar, e é claro, cada um tem o seu próprio desenvolvimento e tem que ser respeitado. Só que lá no fundo não pensamentos assim, e com isso tem aquela invejinha sim do campeão.
Manter a calma e continuar focado no treinamento, alimentação e descanso. Confia que vai dar tudo certo!


A preguiça: 


Ela está lá presente na hora de sair da cama cedo, ou quando voltamos do trabalho no fim do dia nos dizendo: "Fica na cama mais um pouquinho." "Você está cansado, trabalhou o dia inteiro, deixa para amanhã."
Só sei que não é fácil, só que ela desaparece quando você aquece o corpo, começa a suar, se empolga e não quer mais parar de correr. Quando termina você percebe que valeu a pena não ouvi-lá e seguir a planilha.


A vaidade:


Com as redes sociais, nós corredores ficamos mais próximos uns dos outros. Através de fotos, mensagens, postagens, queremos logo após de uma prova postar como fomos e algo do tipo. Claro que os treinos também são momentos para serem fotografados e anunciados nas redes sociais. E com isso, os corredores antes dos treinos e provas já comunicam para todos o local que estarão. Só que nem sempre as pessoas nas redes sociais são muito fiéis ao que são nos perfis, o mundo real é perigoso e é muito bom o esporte, porém devemos ter cautela nas postagens onde marcamos lugares, principalmente se você posta fotos com relógios, automóveis (tem gente que mostra até a placa) e coisas que podem chamar atenção dos demais, além da sua rotina. Vá com calma!


Ira:


Deixei essa para o final por acreditar que é a que mais tenho que tomar cuidado e para explicar a foto.
Sei que devemos manter a calma, mas nem sempre é fácil.
A exigência que nós temos para melhoramos os nosso tempos são muitas.
Podemos correr com diversas pessoas a nossa volta, porém o  resultado só depende de nós mesmos e quando não conseguimos, ficamos decepcionados. Sabemos que existem outros dias, outras corridas, mas na hora não pensamos assim.
A foto (acima), foi tirada em uma corrida que aconteceu no Campo de Marte, SP, escrevi sobre ela aqui no blog http://sprintnegativo.blogspot.com.br/2011/10/inconsolavel.html.
Fiz a inscrição para a prova com a opção do kit ser entregue em casa. Paguei mais caro por isso, e não o recebi. Pensei, então eu vou retirar no dia da prova. Só que segundo a organização, o meu kit não estava lá e eles não tinham kit reserva e não podiam fazer nada por mim, mesmo apresentando o comprovante de pagamento e identidade.
Meu papitreinador e eu ficamos com muita raiva e resolvemos correr a prova de 5 Km mesmo sem chip e o número pegamos um antigo que tínhamos na mochila e escrevemos atrás com caneta: "JJS NUNCA MAIS." Eram os organizadores da corrida. Venci a prova na geral feminina, não subi no pódio, e no dia seguinte o motoboy aparece com o meu kit.
Tive vontade de descarregar a minha ira nele, mas ele me mostrou o baú cheio com outros kits, disse que chegou na empresa naquela manhã bem cedo para trabalhar, o chefe deu a encomenda e ele veio entregar, nem sabia do que era aquilo.
Ficou com medo de eu reclamar, pois precisava do emprego, tinha crianças, pensão pra pagar, o povo que faz filho, viu?!  Deixei pra lá! O coitado não tinha culpa mesmo.

Vídeo da chegada da prova:


E vocês, qual é o seu maior pecado?
Bons treinos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O primeiro tênis de corrida a gente nunca esquece

Olá amigos de correria. Como estão?
Recentemente fui ao shopping com meu pais comprar tênis de corrida.


Isso me fez lembrar do meu primeiro tênis. Já faz uns 13 anos e os melhores tênis, aqueles que realmente são mais utilizados pelos corredores não tinham a minha numeração.
Com isso, compramos um que não era lá essas coisas para a corrida, fazer o quê?! Só tinha ele com o meu número.
O problema é que o pobre coitado não aguentou os treinos e em menos de três meses ele se acabou por inteiro.

Compramos um outro, também não lá essas coisas, que durou com pouquinho mais que o anterior.
Assim que o meu pé cresceu, já corremos a loja para agora sim ter um tênis de verdade.

O número ok, mas o vendedor me disse que tinha um problema: Não tinha uma cor feminina. E isso lá é problema?! Vai qualquer cor, o importante é a qualidade do produto e ter o meu número. Pois bem, levamos um azul, e ele até alertou ao meu pai que era uma versão masculina.
Gente, eu treinava e competia com tênis que não são lá essas coisas por não ter o meu número, e quando o pé cresce e posso ter um tênis realmente bom pra corrida eu vou me preocupar com a cor?! Claro que não. Mas o vendedor estava preocupado. Vai entender, né?!

 

Hoje, vimos nas lojas uma variedade de modelos, tamanhos, cores, formas (sim, tem tênis que tenho que levar um número maior, e outro um número menos, já sei até pela marca). Não existe mais esse preconceito de cores, meninos usam tênis coloridos e até com detalhes rosa e roxo, meninas com tênis azul, verde.

O meu papitreinador, foi atleta em mil novecentos e sabe quantas bolinhas, sempre conta que ele e os demais atletas da época não tinham tênis como os de hoje. Os calçados não apresentavam amortecimento, tecido, costura, solado para o conforto dos atletas. As bolhas e calos eram frequentes, fora que muitos terminavam as provas descalços, os tênis "derretiam" no meio do caminho, sei lá como isso acontecia. Ainda bem que naquela época não existia chip para amarrar no cardaço. Senão seria um problema...

Sempre falo de tênis, mas parece brincadeira ou até mania, só que apenas quem corre sabe como eles são importantes para nós, não apenas para não saímos por ai correndo descalços como homens das cavernas, mas para prevenir lesões.
A minha mãe até sabe quando vamos comprar tênis, é só dizer que vamos ao shopping que ela já decifra que tem tênis na parada. 


Mas isso acontece às vezes sem querer, parece que somos "jogados" para a loja de tênis mais próxima, quando vimos, já estamos dentro de uma, o cartão já foi aceito e o caixa está nos entregando a sacola. É um mistério que ainda não consegui explicar como acontece, só sei que acontece. 



E depois de compramos tênis o que fazemos para amaciar?!


Vamos treinar, e voltamos com os lindos assim:


E vocês, como foi o seu primeiro tênis de corrida?!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Instagram Correr e Compartilhar

Olá guerreiros de asfalto. Como vão os treinos depois da ceia?!
Sei que tem muita gente fugindo da balança. Eu particularmente não tenho o que temer, continuei com os treinos e não tive nenhum abuso de gulodice.
Pois bem, para quem está sentindo aquele "peso" das festas de fim de ano tem solução: treinamento e alimentação balanceada.
E é claro que as segundas-feiras são clássicas para fazer dietas, iniciar uma atividade física e as promessas de ter um ano mais leve. Tenho uma notícia boa para vocês, hoje é segunda-feira e a primeira de 2016, então "bora" treinar para quem ainda não começou.
Claro que muitos já iniciaram o seus ano Fitness, como podemos ver nas redes sociais. Acredito que o Instagram, é um meio que as pessoas encontraram para narrar suas dietas, exercícios e estilo de vida. 
Os corredores de plantão não fogem a regra e na maioria das nossas postagens são sobre treinos, competições, treinos, competições... Já falei treinos e competições?
Pois bem, alguém, (não sei quem), analisando esse novo comportamento resolveu criar um perfil com o objetivo de compartilhar fotos, tags, hashtag e experiencias de outros usuários que são do mundo da corrida para seus seguidores, assim eles possam ver, curtir, comentar e seguir.
Um ig que eu sigo é Correr e Compartilhar que é administrado por Dani Bacelar e Léo Cunha. O perfil é ótimo e eles vão além de apenas compartilhar as fotos dos atletas, eles fazem sempre rankings dos seguidores que mais possuem curtidas em suas fotos e também os mais engajados.


Os rankings se tornam formas de criar um vínculo entre o ig e seus seguidores, os estimulando a participarem mais do perfil e aumentando a rede de contatos também entre os atletas.

Para quem quer que suas fotos sejam compartilhadas no ig é só utilizar a #correrecompartilhar
Para seguir: https://www.instagram.com/correrecompartilhar/

Meus contatos:
Instagram: https://www.instagram.com/levadinha_runner/
Facebook: https://www.facebook.com/jessica.levadinha
E-mail: jelevadinha@hotmail.com

Desejo um 2016 de muito treinamento!